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26.02.2018

Rio Grande do Norte, o paraíso das Urcas

Rio Grande do Norte, o paraíso das Urcas

Eduardo Fernandes - Urca 2018. Foto: Clemente Coutinho

Seguindo as previsões que indicavam um poderoso swell de Norte-Noroeste com período de 16 a 20 segundos, os atletas legends do Seaway Team, Eduardo Fernandes e Paulo Moura, partiram em busca das ondas oceânicas que quebram nas bancadas das Urcas potiguares com expectativa de pegar ondas "havaianas" em pleno Oceano Atlântico. 


Eduardo Fernandes e Paulo Moura - Urca 2018. Foto: Clemente Coutinho.

Ao amanhecer do Sábado era hora de preparar todos os equipamentos e começar a navegação mar adentro. Como essa previsão estava sendo muito falada por várias pessoas nas redes sociais, Rato e Paulo já sabiam que a Urca do Minhoto, a bancada mais conhecida, estaria com muito crowd, então tiveram a ideia de explorar outras Urcas.


Eduardo Fernandes dropando a morra da Urca. Foto: Clemente Coutinho.

Ao chegarem nesta nova Urca ainda inexplorada, no Sábado, Rato, Paulo e equipe se depararam com uma direita grande e perfeita quebrando no meio do oceano e sem ninguém. Foi o tiro certeiro, pois a bancada recebeu a mesma ondulação e estava sem crowd, o fotógrafo Clemente Coutinho registrou toda a sessão, que foi composta por, além de Rato e Paulo, os surfistas Rogério Soares e Alexandre Ferraz, que revezaram as puxadas de tow-in e também surfaram na remada.


Paulo Moura - Urca 2018. Foto: Clemente Coutinho.

No Domingo a previsão mostrava uma perda de energia do swell e a equipe decidiu dessa vez ir à Urca do Minhoto, a mais conhecida das Urcas, e tiveram uma feliz surpresa ao chegarem na bancada e verem que ainda tinhas altas ondas quebrando sozinhas.


Eduardo Fernandes cavando na bomba. Urca 2018. Foto: Clemente Coutinho
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